7 filmes interessantes para entender o poliamor

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O termo poliamor é autoexplicativo, mas, vamos lá, segundo o Wikipédia, trata-se da “prática, o desejo de ter mais de um relacionamento íntimo simultaneamente com o conhecimento e consentimento de todos os envolvidos”. Sendo assim, deixei de fora filmes como Os Sonhadores (2003), de Bernardo Bertolucci, que tem apenas a insinuação de poliamor, mas que nunca chega a se concretizar e Dois Amigos (2015), de Louis Garrel (que parece adorar o tema), que trata-se mais do fim de uma amizade do que poligamia. Confira:

  1. Três Formas de Amar, de Andrew Fleming (1994)

Três calouros (dois homens e uma mulher) são obrigados a dividir o mesmo quarto por um engano da universidade. Daí já viu né, os dois começam a se interessar pela menina e as coisas esquentam. A cena de sexo é bem singela e sensual. O destaque fica para atuação segura de Stephen Baldwin, o irmão mais novo e menos famoso de Alec.

  1. O Primeiro que disse, de Ferzan Ozpetek (2010)

Numa reunião de uma tradicional família católica italiana, um dos filhos decide revelar que é gay, mas na hora H, o outro filho toma a dianteira e sai do armário antes dele. Esse filme é engraçado e comovente ao mesmo tempo. Não darei maiores explicações por causa de spoilers, mas prestem bem atenção nos últimos 15 minutos.

  1. Sócios do Amor, de Ernst Lubitsch (1933)

Sim, 1933! Antes do Código Hays, um filme que fala abertamente – mas com muita classe – sobre sexo. Na trama, dois artistas pobretões caem de amores pela mesma mulher. O trio decide morar junto e fazem um “acordo de cavalheiros” de não dormirem um com outro, que, é claro, não dura muito tempo. Ainda não acredito que esse filme é da década de 30.

  1. Vicky Cristina Barcelona, de Woody Allen (2008)

Nesta quadrilha amorosa, a volúvel Cristina está disposta ao sexo sem compromisso com o caliente Juan Antonio, ex-marido da insana Maria Elena, que lhe cravou uma faca nas costas. Juan Antonio deseja que a careta Vicky, amiga de Cristina, participe do rolo, mas ela está noiva de Doug, que não tinha entrado na história. No fim das contas o ménage a trois se concretiza, mas não da forma imaginada inicialmente. Análise completa aqui.

  1. Cidade Baixa, de Sérgio Machado (2005)

Dois amigos de infância se enamoram por uma stripper e começam uma relação a três. Alice Braga está sensacional. E ninguém pode dizer que Wagner Moura e Lázaro Ramos não tem química. Mostra uma Bahia bruta e feia para construir um filme que, na verdade, é bem sentimental.

  1. E Sua Mãe Também, de Alfonso Cuarón (2001)

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Ok, é um filme mais sobre politesão, mas não é por que é passageiro que não seja válido. Dois amigos adolescentes com hormônios para explodir partem em uma viagem com uma mulher mais velha para uma praia no México. A sequência que mostra o início do ménage ao som de Si No Te Hubieras Ido é um dos momentos mais sensuais do cinema e o final é de deixar um nó na garganta. Salve Cuarón!

  1. Canções de Amor, de Christophe Honoré (2000)

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Não falei que Louis Garrel é o rei do poliamor. Nesse filme, ele começa em um relacionamento poligâmico com duas mulheres e termina em um relacionamento homossexual com um rapaz. O recado de Honoré é o mesmo de Lulu Santos: “consideramos justas toda forma de amor”. Ah, é também um musical com canções bem singelas.

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Categorias:Cinema, Listas

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